5 motivos para aderir ao crowdfunding (criadores)

2016-11-04

Guga é um sujeito cheio de ideias boas. Ele pensa em causas coletivas e em soluções para tornar a vida das pessoas e do ambiente a sua volta mais prática e tranquila. Contudo, Guga não consegue superar a etapa das ideias, pois sempre esbarra na falta de apoio financeiro para implementá-las.

Ele já procurou até instituições financeiras convencionais para tentar colocar alguns de seus projetos em prática, mas esbarrou na gigantesca burocracia para a concessão de linhas de crédito e estímulo ao desenvolvimento.

A REVELAÇÃO

Até que um belo dia, conversando com seu amigo Gabriel, foi alertado sobre o fantástico universo do crowdfunding. Um meio de conquistar a atenção e o apoio financeiro - via internet - de gente que se mobiliza pelas mesmas causas que ele. 

Gabriel então apresentou 5 bons motivos para Guga ir à luta e apostar no crowdfunding como alternativa para angariar os valores necessários para seus projetos.

 

 - Sem burocracia: como já citado, no crowdfunding você cadastra seus projeto e recebe apoio de quem se identifica com sua proposta, de forma simples e transparente.

  - Maior exposição: a internet ajuda a romper barreiras físicas e seu projeto pode ganhar o mundo e a ajuda financeira de gente de qualquer lugar.

 - Validação da ideia: o internet é uma boa forma de medir a adesão ao seu projeto. Se angariar apoio em uma campanha de pré-lançamento, por exemplo, deverá conquistar patrocinadores também no momento da execução propriamente dita.

 - Risco mínimo: a publicação de um projeto não implica riscos ao seus autor. Via de regra, não há taxas para projetos não fundados ou com pouca adesão no modelo recorrente (pagamento mensal), apenas sobre os patrocínios efetivos. Assim, se conquistar apoio você e a plataforma ganham, do contrário, ninguém perde e todos os apoiadores são devidamente ressarcidos (já existem plataformas, como a Ekoletivo, que só fazem a transação após o prazo final e apenas no caso do projeto atingir sua meta).

 - Dinheiro na mão: na maioria das plataformas de crowfunding o recebimento do dinheiro é bem simples e de forma bastante transparente. Evidentemente, existe um breve contrato que prevê algumas obrigações ao autor do projeto, como, por exemplo, a entrega das recompensas e sua responsabilização pelo cumprimento do que foi prometido aos apoiadores.

 

O Guga não pensou duas vezes, aderiu ao crowdfunding e hoje compartilha a realização de seus projetos com dezenas de apoiadores que acreditaram no que ele tem a oferecer. 

E você? Vai ficar parado? Tenha mais ideias com nosso post “Crowdfunding: financiando sonhos” e fique à vontade para fazer parte da Ekoletivo.

Saiba das novidades do mundo do financiamento coletivo e patrocínio.

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